Orelhada: Joinville recebe Feira da Música do Sul

6 de julho de 2011

Salve putada!
Segue uma grande notícia apurada por nosso colega amante de música, Rubão, do A Notícia.


FONTE: A Notícia


Joinville recebe Feira da Música do Sul em outubro

Um espaço para múltiplas atividades ligadas a toda cadeia produtiva da música; um encontro entre os trabalhadores dessa rede, gerando empregos e renda, e um momento de troca de experiências e contatos capaz de estimular a organização e o fomento do setor. Parece muita coisa? E é. A Feira da Música do Sul é mesmo algo mega, que deu os primeiros passos no Rio Grande do Sul (Novo Hamburgo, em 2009, e Porto Alegre, em 2010) e agora migra pra Santa Catarina. Joinville sediará a terceira edição do evento, entre 2 e 6 de outubro no Centreventos Cau Hansen, por onde devem passar pelo menos 15 mil pessoas de olho nos shows, oficinas, painéis, serviços e produtos oferecidos. O banner no site oficial já destaca a grandeza da empreitada, mas tanto a programação quanto as atrações podem sofrer alterações, já que o evento, apoiado pelo Ministério da Cultura, ainda depende da captação de recursos. De qualquer, é coisa límpida e certa, como afirma a produtora executiva da feira, Geisa Behnen, entrevistada pela coluna.

Por que a escolha de Joinville pra sediar a terceira feira? Geisa Behnen – Temos cinco feiras no Brasil l que têm do mesmo foco, mas a do Sul é a única que circulará pelos três Estados da região. Os dois primeiros criaram uma base. No terceiro, estamos indo pra Santa Catarina, depois retornamos para o Rio Grande e, depois, vamos para o Paraná. Joinville foi escolhida pelo perfil, muito cultural, além da parceria que firmamos com a Fundação Cultural e pela estrutura que está sendo fornecida.

Explique o que é a Feira da Música do Sul… Geisa – Ela é uma feira focada no negócio da música. Nos dois primeiros anos, deixamos bem focado nessa questão de negócio, mostra de serviços, painéis e oficinas. No terceiro, depois de percorrer outras feiras e entidades, feito reuniões com patrocinadores, a gente percebeu que a feira não poderia ser só um local de discussão pra quem já trabalha nessa cadeia produtiva, mas também pras pessoas que queiram entendê-la ou participar dela. Hoje, temos poucos produtores culturais e pessoas capacitadas, então, queremos abrir mais essa discussão. Teremos oficinas tanto pra crianças quanto pra profissionais da área. Nesses painéis, serão discutidos assuntos que estão em pauta, como os direitos autorais.

Quantas pessoas passaram pela feira em 2010? Geisa – Cercade três mil pessoas, no total, mas não foi um público que esperávamos. Tivemos um problema com a verba conseguida por meio do Ministério do Cultura e isso atrapalhou o trabalho da equipe. Mas, neste ano, esperamos um público bem maior, em torno de três mil pessoas por dia. Na verdade, são cinco dias, porque no domingo, dia 2, faremos a abertura do evento com shows e a feira mesmo começa na segunda.

Shows? Geisa – A feira está dividida em painéis, discussões mais focadas no mercado, oficinas de capacitação, rodada de negócios – uma parceria com o Sebrae, em que produtores, agentes e artistas se inscrevem -, a mostra de serviços e a parte de shows. Teremos três momentos: uma parceria com o Coletivo Fora do Eixo, com shows nas casas noturnas da cidade; pocket shows de música instrumental e erudita no Teatro Juarez Machado; e shows no centreventos, pra públicos maiores.

Há nomes mapeados? Geisa – A gente trabalha com alguns nomes. Ainda estamos na fase de captação de recursos e dependemos disso pra ver o que vai conseguir fazer. Pensamos em Lenine, Maria Gadú, Kleiton e Kledir e alguns outros.

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